quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

No meio do caos

As crises de pânico, ansiedade e compulsão voltaram. Como a maioria das pessoas, eu depositei todas minhas fichas de esperança neste ano, e ainda estão todas nele. Ele apenas começou, eu não estou totalmente derrotada, tenho maior consciência do que acontece comigo. Porém eu ainda carrego comigo todas minhas inseguranças, meus medos, minhas ansiedades e não sei ao certo como trabalhá-los, então, culmina que tenho tais crises.
A bulimia está bem longe de mim, fisicamente, mas infelizmente não mentalmente. Eu tenho comido muito, como disse acima, eu tenho compulsão quase todos os dias em todas as refeições, mas eu não vomito, há uns tempos, bons tempos. Ao vomitar meu rosto incha e eu engordo. Claro que comendo eu também engordo, mas vomitar me deixa muito mal, então eu ando preferindo não vomitar, e se você já leu meu blog nos anos anteriores vai se espantar, pois desde meus 13 anos o que eu mais fazia era vomitar, todas as refeições, todos os dias. De certa forma eu acho que não vomitando, eu cresci.
Quanto às outras crises, eu creio que são devidas ao estudo. Estou me preparando para um concurso grande, que irá de fato definir minha vida. E eu quero realmente passar, então tenho que me dedicar, bastante. Todos sabem que não se passa em vestibular, concurso e coisas do tipo sem estudar no mínimo umas 4 a 8 horas todos os dias. É chato,sim. Mas é o caminho.
Eu sempre penso em vir aqui e depositar minhas ansiedades, mas acabo esquecendo.
Hoje foi um dia em que comi demais, estou com uma enorme vontade de vomitar! Enorme mesmo. Mas aqui em casa não tem comida para isso, digo, não tem doces e tal. Minha boca está salivando agora! Mas enfim, vou ver algo e tentar dormir. Por enquanto as músicas estão sendo minha terapia.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Is there anybody out there?

Pela minha sanidade mental, venho aqui escrever. Penso muito em voltar a escrever aqui, mesmo suspeitando que alguém conhecido leia minhas postagens. Mas enfim, isso não está sendo tão relevante para mim agora, sinceramente.
Acho que da última vez em que postei aqui eu estava com 49kg, hoje estou com 60,7kg. As vezes penso que tudo melhoraria se eu pudesse voltar ao ano passado nesta mesma data, por simplesmente estar com 11 kg a menos. O fato é, minha tristeza continua a mesma. Antes eu estava em um estado depressivo profundo, meu corpo estava definhando junto à tristeza. É algo que realmente não quero de volta, foi o pior momento da minha vida, tirando a morte da minha avó.
Este ano eu tive muitas oportunidades e não consegui agarrá-las, não tentei ao meu máximo, hoje me arrependo. Eu tenho essa constante mania de me arrepender, com qualquer decisão que eu tome. É um constante martírio, se eu não estiver fazendo mal a mim mesma, não estou vivendo.
Mas que vida é essa? Quantos anos terei de passar por isso? Eu sei que vocês podem pensar que é simples, é só encarar as coisas de frente. Eu também acho, mas minha mente e meu corpo reagem totalmente ao contrário. Coisas simples, começando com levantar da cama, é extremamente difícil para mim, é doloroso, as vezes acordo cedo e fico por horas deitada, até que eu consiga dizer para mim mesma que de nada adianta ficar deitada na escuridão, a vida está lá fora.
Hoje foi assim, ontem também e amanhã acho que não será diferente, mesmo que eu queira muito.
Escrevo aqui, talvez, com a intenção de encontrar alguém que me entenda, pois não sou entendida por ninguém. Hoje em dia guardo minhas frustrações e pensamentos negativos para mim, na minha cama, deitada, sem reagir.
Infelizmente, muitas pessoas julgam. Eu não estou falando de transtorno alimentar, hoje, graças a Deus, eu tenho um pouco mais de controle sobre a bulimia, que me "acompanha" desde meus 13 anos, visto que tenho 25. Meu corpo não aguenta mais vomitar, não aguenta mais orgias alimentares e não tenho forças para ir todas as refeições ao banheiro. Foram tantas, dezenas, quiçá milhares de vezes em que triste, lotada de comida, enfiei os dedos no fundo da garganta e provoquei o vômito. Desde criança, sem saber porque fazia aquilo. Eu não tive começo de bulimia por querer emagrecer, eu era uma criança que achava que comendo e vomitando me sentiria melhor e assim está até hoje.
Meu tratamento com a psicóloga, de dois anos, foi muito positivo no que tange ao saber o porquê estou fazendo isso. Acho que como adulta, sei que vomitar não é a saída para problema nenhum, não melhora em nada, não emagrece, ao contrário, engorda, deixa seu rosto inchado, sua garganta ardendo e seus dentes detonados. Meus dentes não tem mais esmalte, estão amarelados e eu tenho vergonha de sorrir. Se você vomita, pensa nisto. A bulimia tomou conta de mim por tantos anos e não me trouxe absolutamente nada de positivo. Nem a anorexia, muitas meninas e meninos acham que é legal ter anorexia, ter um corpo esquelético. Mas acreditem, é algo da alma, sua alma quer ficar vazia, vazia de comida, de gordura, sobrando osso, olheiras, baixa imunidade e acreditem, não fica bonito e você não fica feliz.
A felicidade é algo muito complexo, eu sei que não está na magreza, está em como nos sentimos com nós mesmos, sabe? Eu tenho consciência disto, mas sou infeliz, estou infeliz. É difícil falar para outras pessoas disso quando você mesmo não se aceita. Eu ainda não reconheço minhas qualidades e coloco defeito em todo meu corpo, o que vem refletindo em uma vida mal sucedida.
Quero sim emagrecer, mas não quero voltar a ficar cadavérica e com cara de defunta. Quero ser saudável tanto no corpo quanto na mente, e amigos, isso é muito difícil.
Queria poder ir à academia, mas mal posso levantar da minha cama.

Bom, acho que já me queixei demais por hoje, mas pretendo aparecer mais por aqui. É bom escrever e colocar para fora o que está atormentando minha mente.
Desejo a todos uma ótima semana.

sábado, 25 de junho de 2016

Há tempos

Pior dia da minha vida

Há tempos não me sentia tão miserável, perdida no tempo, desprezível e etc. Sempre pensei que quando fosse adulta eu não teria estes problemas e vejo hoje, eles são cotidianos. Não sei como lidar, rs.
Tive uma crise de pânico, coisa que vem ocorrendo bastante comigo. Foi horrível. Tudo baseado em ir ou não a um evento, com um pessoal super bacana, eu me entusiasmei muito com a ideia do reencontro da minha turma do colegial, vai fazer dez anos daqui dois anos, tem um baita tempo que não os vejo. Combinei de ir e nos 45 do segundo tempo, desisti.
Mas não pensem que essa minha desistência foi fácil, passei o dia sofrendo com isso. E quando digo sofrendo, é psicologicamente e fisicamente.
Senti meu coração sair pela boca, um choro entalado, mãos suando, um mal estar horrível. Eu estava em sala de aula e de repente, me desliguei, Apenas corpo presente, minha mente estava não sei onde, mas muito distante do meu corpo. Isso me deixou muito frustrada, pois já perdi a memória devido à depressão, fiquei tres dias com a mente fora de mim, e não lembrava nada do que tinha acontecido. As pessoas conversavam comigo e eu nao conseguia ouvi-las, juro por Deus! No quarto dia eu tive relapsos dos acontecimentos, neste dia tive um trabalho para entregar, era de dificuldade mediana, mas eu não conseguia resolver uma linha sequer do cálculo. Uma amiga tentou me ajudar, mas eu não ouvia o que ela falava, não conseguia concentrar.
Neste mesmo dia, eu fiquei responsável por escrever um relatório na aula de robótica, e não conseguia escrever as palavras, nadinha, minha memória estava dormindo, completamente. Nesta época, tem 3 anos, eu tranquei a faculdade de engenharia, onde eu era a representante do curso e simplesmente nunca mais voltei.
Tenho pensado, meu medo, minha ansiedade, minhas neuras criadas pela minha mente vem me atrapalhando muito. E quando sabemos se isso é patológico? Quando começa a afetar a sua vida amorosa, profissional, social e etc.
Quero ficar sozinha, um grupo com mais de 4 pessoas diferentes já me deixa super desconfortável.
Hoje foi o pior dia da minha vida, por ter ataque da síndrome do pânico, me sentir culpada por dizer que ia à uma festa e não ir, medo de decepcionar meus amigos, medo de eles nunca mais me chamarem para outra festa. Mas no estado em que eu estou, curtir uma festa, mesmo que com ótimas companhias, eu não conseguiria. Sim, você deve estar pensando, que eu deveria ter ido e enfrentado esse pânico. Mas infelizmente o pânico venceu e eu estou no meu quarto, escrevendo. Ao menos estou fazendo algo que gosto, e muito.
Chorei litros, chorei por estar acima do peso, por ter engordado 12 kg em dois meses, por ter comprado um remédio de 300 reais (sem poder) e ele não está fazendo nem cocegas. Chorei por amor, por achar que eu não posso ser amada, por achar que eu não tenho conserto, que estou estragada, com toda essa depressão, pânico, bulimia e ansiedade.
Isolar não é a solução, é o conforto. Ainda não sei como sair dele. Confesso que coisas horríveis passaram novamente pela minha cabeça. Mas isso passa, porém as crises são terríveis.
Escrevo tentando passar para vocês minha experiencia. Eu deveria estar no churrasco "curtindo" com a "galera"? Pensei que o aconchego da minha família seria muito melhor. Sei que devo me socializar, mas a Polly social, não é a Polly. Geralmente interagir com muitas pessoas e sair, ir em festas, é sempre muito difícil para mim. Me sinto perdida, sou a primeira a querer ir embora, essas coisas.
Eu iria escrever muito mais, juro. Mas acho que minha mente já sofreu demais por hoje. Espero que com meus relatos, alguém que se identifique converse comigo a respeito, ou que sirva de exemplo para não chegarem a este ponto, de alguma forma.
Por hoje é só, beijo no coração de cada um de vocês.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Continuo depois...

Desta vez eu realmente demorei a voltar. Por vários motivos. Daria um post-lista só deles.
Vamos lá, engordei? SIM. E muito! Não quero falar sobre meu peso, o número. É realmente embaraçoso, engordei em um mês dez quilos.
Estou cansada, acho que este é o adjetivo e o sentimento mais real que eu tenho estado, cansada.
Cansada deste blog, cansada desta vida de anorexia e bulimia, cansada de vomitar, de comer em demasia e não conseguir parar, eu simplesmente NÃO CONSIGO PARAR. Sabe? Mas é tão difícil! Muito difícil, se fosse fácil, este blog não teria três anos de existência e em todos estes posts eu não teria relatado tantas coisas, teria passado por tantos pesos, do size 0 ao size 100!
Não é que pesar mais do 60-70 seja errado, ou que pesar menos do que 50 seja bom. Na verdade nenhuma dessas coisas são verdadeiras.
Já pesei mais do que 60 e me senti bem, estava realmente bonita, meu cabelo estava saudável, eu tinha brilho no olhar e meus dentes estavam saudáveis, tinha corpo de mulher, os homens olham para mulheres assim (apenas quis dizer que desperta o interesse).
Com menos de 50 kg eu não conseguia sair de casa, minha carne comia a própria carne, eu não conseguia me alimentar, minha voz chegou a sumir, perdi minha memória durante três dias, meu cabelo caia em montes pela casa, meu rosto não tinha expressão que fizesse-o belo, nenhuma maquiagem me dava brilho aos olhos, os queridos 45 e 46 kg não eram tão bonitos assim, mesmo assim eu não conseguia engordar, não achava que era certo, pois nunca havia chegado neste ponto, não podia mudar. Mesmo com a pele roxeada, mesmo perdendo todo o seio, o bumbum, quando todas as suas roupas ficam largas, nada te serve, tudo fica muito, muito feio e daí nenhum homem olha para você, e todos falam que você está magra demais e que devia engordar, mas você não acredita. Mas é verdade,você realmente está feia, magra e doente.
Mas a questão é, o equilibrio. São extremos, o equilibrio é a meta! Eu não quero pesar 45kg novamente e ver somente ossos e dar um sorriso e ver uma caveira no espelho! Mas também não quero recair e voltar aos meus 72kg e dar um sorriso e ver uma lua cheia no espelho!
Acho que vai além do que a imagem representa, quero sorrir e me sentir bem, independente do que o espelho representar.

(continuo depois..._)

domingo, 13 de setembro de 2015

Nota do calendário

Vivemos a vida, mesmo não querendo, nos matando aos poucos, num gole de uísque, numa tragada de cigarro, em uma descarga a mais. Que estranho me parece a vida no um quarto de século que me foi concedida. Tenho uma ótima lembrança dos anos 90 e 2000, como foram fantásticos e fabulosos estes, quanta tecnologia e quanta magia podia ver em tudo que se tocava, ainda assim os brinquedos tinham seus cheiros específicos, o parquinho e seu escorregador mal pintado, a fila para enfrentar o balanço. A quermesse e seus brinquedos enormes e reluzentes, bolas rosas de pular, brinquedos mal feitos paraguaios. Bolo de vó, horário de levantar e de dormir, notíciario de 11 de setembro, professora má, professora boazinha. Revistas pré adolescentes, cds com músicas chiclete, Klb, Nsync, Felipe Dylon, tudo era uma febre, porém, como era saudável se apaoixonar por aqueles adolescentes. Bate-papo, msn, icq, orkut. E de repente, boom, você é adulta.
O mundo virtual agora também é acessível ao cachorro da sua vizinha, ao móvel que quer se vendido, ao transeunte que quer um real, é para todos, um dia ainda haverá lei para tal.
O que fazer agora? Onde por as expectativas que todos criaram por aquela garotinha de vestido que sempre brincava de boneca? Uma engenheira? Uma arquiteta?
Não, ela simplesmente, na fase de decidir o que teria de ser quando crescer, vomitava. Comia, chorava, vomitava ainda mais. Todos seus amigos pareciam saber o que queriam, Por que ela não? Então fez algo que parecia ser o que seu coração mandava.
Feito, viu que não lhe retornara emprego e tão mero dinheiro para poder se sustentar. Então, ainda com o dinheiro dos pais e ainda vomitando, chorando, vomitando, e sem caminho, tenta fazer outra faculdade, os pais apostando que a garota do vestido rodado ainda pode ser alguém. E ela com medo de dizer que não sabe o que quer, que simplesmente não sabe, vai...
Mas todo os dias o amanhecer é triste. Por que?
A vida parece não lhe sorrir.
Mas que menina ingrata, tudo lhe tem, tudo lhe reclama. Basta pegar um caminho e seguir? É esta a vida? Pois estou crente que não, pois se for, felicidade seria algo mais matemático e menos filosófico.
Esta, eu, por hora, está aqui escrevendo, procurando vomitar, chorar em palavras, as emoções que sente, mas não consegue expressar um quarto do que o coração lhe oprime.
Sinto, choro, olho para o céu, só quero um caminho a seguir, quero um toque divino, quero ter motivos para acreditar, quero viver.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Please, mom.

Bom dia meus leitores queridos, fiquei muito feliz com os comentários anteriores. Porque realmente pensei que isto aqui estava às moscas, e quem dera se as moscas fossem minhas visitantes.
Bom, não vou dizer que estou melhor, porque não sei mentir, mas estou procurando forças para melhorar, forças das quais as vezes ninguém apoia, então as faço da minha maneira e sozinha, não me importo.
Minha psicóloga disse que era essêncial levar minha mãe pelo menos duas sessões, mas minha mãe disse que ela não precisa ir e que isso é ridiculo e que eu preciso é de Deus para me curar. Pois bem, minha mãe e eu andamos em pé de guerra, agorinha mesmo ela abriu a porta do meu quarto e disse "vê se isso são horas de ficar acordada, apaga essa luz e vai dormir" e eu disse "já acordei agora, não precisa apagar". Eu tenhho uma voz doce e serena, falo com qualquer pessoa deste jeito, não sei gritar e me impor e minha mãe sabe disso, ela grita e se impõe e tira sarro da minha cara, me enfrenta e grita comigo, estou cansada disso.
Domingo ela fez um escandalo enorme porque descobriu que eu tinha um narguile, eu esperei ela ir dormir e fui acender o carvão no fogão, e então das trevas, ela surgiu e mandou eu desligar o fogão, girtando para os vizinhos ouvirem, eu falei com calma "mas por que devo desligar" e ela foi la desligou e jogou a grelha no chçao e deixou amassar parte do fogão, pensei que fosse me queimar, dai ela começou a chorar e disse "eu não quero isso dentro da minha casa, quando você tiver a sua você fuma", sendo que meu irmão tem 19 anos e fuma cigarro, Sim, eu sei que narguile é como 100 cigarros, mas e dai, eu quero fumar as vezes.
Sabe, nem é por isso, ela só grita e briga comigo, como se eu fosse a pior filha do mundo, só fala mal de mim, para ela eu não tenho uma qualidade, ela não tece um elogio se quer sobre mim, não é carinhosa, nem nada e isso me fere muito, muito mesmo.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Identidade perdida

Já não posso mais dizer quem eu sou, se o transtorno alimentar ou psíquico tomou conta de mim, se o que vejo é real ou se é apenas neura minha. Estou doida, minha visão realmente embaçou ou eu quem forçou para que ela ficasse assim? Meu coração está acelerado ou seria apenas uma impressão boba? Afinal, por que estaria? Será que estou virando uma hipocondríaca? Mais essa? Não!
Posso dizer que tenho tudo o que quero, na medida do possível, tenho pais maravilhosos e dispostos a  me ajudar, me incentivam, as vezes não me compreendem, mas isto é o menor dos problemas levando em consideração o problema que dou a eles.
Eu tive uma intoxicação alimentar, o que me deixou de cama por três dias, apenas me alimentando de líquidos, mal comia, cheguei aos 50 kg, mas quando voltei a comer ganhei 2 kg e estou com 52 kg desde que pesei,
Um problema, minhas balanças estão com pesos diferentes dos das três farmácias em que fui pesar, nas farmácias davam o peso menor. Isso me deixa doida, gosto de pesar nua. Mas eu engordei porque estava e ainda estou fraca demais, meu sistema himunologico está péssimo,
Hoje tomei sibutramina com topiramato de 100 mg e fiquei completamente dopada, Meu cardápio foi o seguinte,
Café: Meio copo de suco de soja de uva e meia pera.
Janta:Meia pêra e dois mini pães de queijo,

Tenho muita coisa a dizer, mas estou debilitada e muito doente, Se me desejarem sorte, orem por mim. Se cuidem, todos vocês, beijos no coração,